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O Regresso Presencial: Medidas

REGRAS REGRESSO ÀS AULAS

Na sequência do desconfinamento que tem vindo a ser progressivamente autorizado pelo Governo, vimos por este meio partilhar convosco um pouco do que será o novo cenário no regresso à atividade presencial.

 

OS NOSSOS ALUNOS&CLIENTES

  • Todos os alunos deverão usar máscara, sem a qual não poderão entrar nas instalações – teremos máscaras à venda para quem se esquecer de as
  • As mãos devem ser higienizadas à entrada e durante as
  • O atendimento ao cliente será feito individualmente à
  • Só os alunos poderão entrar, devendo, para o efeito, efetuar uma medição de temperatura com a nossa funcionária, através do nosso termómetro infra-vermelhos.
  • Os alunos que tiverem aulas no estúdio 2 (Centro Comercial Bairro do Liceu – acima) deverão passar pela secretaria a fim de lhes ser medida a temperatura e levantar uma senha de acesso à aula, sem a qual não poderão Esse controlo deverá ser feito pela funcionária na recepção.
  • Nos actos de pagamento não será aceite dinheiro/numerário, pelo que todos os pagamentos deverão ser feitos através do nosso terminal TPA (contactless) ou débito
  • A fim de evitar aglomerações de pessoas no interior das instalações, os nossos espaços serão interditos enquanto salas de espera. Os acompanhantes deverão ficar à
  • Os alunos devem desinfetar as mãos
  • O calçado usado no exterior não pode ser usado no interior para a frequência das aulas de dança. Desta forma, todos os alunos devem ter um par de sapatos/sapatilhas específico para a atividade que desenvolvem, trocando de sapatos no exterior dos estúdios.

 

OS NOSSOS PROFESSORES, FUNCIONÁRIOS E ATIVIDADES

  • Neste período de transição iremos manter, em simultâneo um regime presencial e online. Desta forma, os alunos podem escolher manter o regime online ou regressar, com toda a segurança, ao regime presencial.

No entanto, devemos cumprir um conjunto de regras que nos de- mandam capacidade de adaptação:

 

  • As nossas aulas em regime presencial deverão passar a ter a duração máxima entre 45m a
  • Entre aulas, os estúdios devem arejar
  • A lotação máxima nos estúdios é de 10 alunos em simultâneo. Nas turmas com mais de 10 alunos, os alunos serão contactados no sentido de definir:
    • Regime presencial alternado – dividimos o grupo em 2 subgrupos
      • Alunos que têm 1 aula por semana – fazem 1 aula presencial numa semana alternando com 1 aula online na semana

seguinte

  • Alunos que têm 2 ou mais aulas por semana – fazem 1 aula presencial e outra online na mesma semana – a definir com o aluno
  • Regime online – o aluno mantém-se a fazer a aula no horário definido através de plataforma de streaming (ZOOM, GoToMeeting,

etc) em sua casa

  • Os nossos professores e funcionários estarão equipados com máscara e viseira para garantir todas as condições de segurança.
  • O nosso espaço estará sinalizado tanto dentro quanto fora dos estúdios para respeitarmos as regras definidas de circulação de pessoas e organização nos estúdios.
  • Teremos gel desinfectante à disposição dos alunos para aplicarem nas mãos ou nos aparelhos/colchões/barra,
  • Os balneários serão restringidos às trocas de
  • Os duches serão interditos.
  • Estarão proibidos os exercícios a 2 (exceptuando casais ou pares que se mantenham toda a aula*).

 

*aconselhamos os alunos a definirem entre si o par com quem querem dançar toda a aula. Caso não o façam, o par será definido na primeira aula presencial em função dos presentes.

Carta da Direção a todos da família Dancenter

Quis escrever este texto.

Quis escrever este texto porque sinto necessidade de refletir e escrever, sinto necessidade de vos ver, de comunicar com todos os que fazem parte desta comunidade, que vai muito além de quem dança ou de quem prepara o palco.

Estamos todos, acreditem, a viver um período em que recrudesce, dentro de cada um de nós, um sentimento de incerteza. Incerteza por nós, pelos nossos, pelos outros, pelo país, pelo que houve, pelo que não há e pelo que, inevitavelmente, há-de vir! A incerteza aloja-se progressivamente, nos interstícios do nosso pensamento, no vagaroso e pesado discorrer de cada dia, nos nossos hábitos, rotinas, nas nossas palavras e expressões, na forma como o nosso corpo responde ao peso de cada passo, na nossa espontaneidade, no nosso foco e na forma como avaliamos e percepcionamos tudo o que nos envolve. O que eu vejo, eu crio!

Vivemos com um sentimento de medo atrelado à força da vida, que a suspende em pequenos sorvos de esperança, a que urge e se renova quando percebemos que não podemos afrouxar o passo, que não podemos lamentar, procrastinar ou baixar os braços.

Numa altura de incerteza, em que o medo toma conta dos nossos pensamentos, estamos ainda mais condicionados, ainda mais inseguros, ainda mais no modo de sobrevivência. Mas eis que sobreviver é também parar, respirar, realinhar e andar em frente, é pôr em ação, é não arranjar desculpas para que nada, que já não é o que era, ainda seja mais do que se assim não fosse!

Mas em algum momento tudo isto vai passar e a vida vai continuar. A pergunta que se impõe é: onde vai estar cada um de nós? Quem fomos nós durante a crise? Como nos posicionámos e que papel desempenhámos, como pais, filhos, líderes, funcionários, bailarinos, professores? Que exemplo demos? Como nos preparámos para o momento em que já tudo tenha passado? O que fizemos para transformar a dor em algo positivo? Com quem contámos?

Quando tudo passar a Humanidade estará diferente, nós estaremos diferentes! Mas o que vai definir isso é o que, consistentemente, a cada dia, a cada hora que passa, formos capazes de fazer com todos aqueles que pudemos alcançar, tocar e inspirar. Este é o momento em que cada um tem que fazer a sua parte.

Sem certos ou errados, mas com convicções, preciso rever o meu sonho à luz da minha realidade, e gritá-lo ao Mundo, para ver quem fará eco desse grito!

Forte abraço,

André Marques